Por que o músculo some com a idade?
O nome disso é sarcopenia: a perda progressiva de massa e força muscular. Ela acelera com sedentarismo, proteína de menos no prato, sono ruim e algumas condições de saúde. E é silenciosa: a balança pode continuar igual enquanto o corpo troca músculo por gordura.
A ciência é clara: nunca é tarde
Estudos com pessoas de 60, 70 e até 90 anos mostram ganho de força e massa com treino adequado. O corpo de quem tem 45 não responde igual ao de quem tem 25, mas responde. O que muda é o método.
O que muda depois dos 40
Proteína vira prioridade. O corpo mais velho precisa de mais proteína por refeição para disparar a construção muscular. Distribuir bem ao longo do dia faz diferença.
A recuperação manda no jogo. Sono de qualidade e intervalos bem planejados importam tanto quanto o treino.
O treino de força é o remédio. Caminhada é ótima para o coração, mas quem constrói músculo é o treino resistido, com progressão de carga.
E a avaliação vem antes. Depois dos 40, vale investigar o que pode atrapalhar: hormônios, vitaminas, articulações, coração. No consultório, essa avaliação minuciosa vem antes da liberação para o treino, para você evoluir com segurança.
Por onde começar?
Pela medida. A bioimpedância mostra quanto você tem de músculo hoje, e é a régua para acompanhar o ganho. Com ela, exames e sua rotina, o plano sai do genérico: metas com número e prazo, conferidas no retorno. Veja como funciona a primeira consulta.
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Conteúdo educativo. Não substitui avaliação médica individual.